Sobre as Pragas

Home / Home / Sobre as Pragas

Veja como eliminar as pragas !!!!

Aedes Egypti

Aedes aegypti e Aëdes albopictus são mosquitos que picam durante o dia e noite transmitindo diversas doenças, ao contrário do mosquito comum, que só pica durante a noite e não transmite doenças.

Aedes Argypti :

Menor do que os mosquitos comuns, é preto com listras brancas no tronco, na cabeça e nas pernas.

O macho, como de qualquer espécie, alimenta-se exclusivamente de frutas. A fêmea, no entanto, necessita de sangue para o amadurecimento dos ovos que são depositados separadamente nas paredes internas dos objetos, próximos a superfícies de água limpa e/ou parada, local que lhes oferece melhores condições de sobrevivência. 

Em média, cada mosquito vive em torno de 30 dias e a fêmea chega a colocar entre 150 e 200 ovos.

Os ovos não são postos na água, e sim milímetros acima de sua superfície, principalmente em recipientes artificiais. Quando chove, o nível da água sobe, entra em contato com os ovos que eclodem em pouco menos de 30 minutos. Em um período que varia entre sete e nove dias, a larva passa por quatro fases até dar origem a um novo mosquito: ovo, larva, pupa e adubo.

Ciclo-De-Vida-Do-Mosquito-Da-Dengue-Aedes-Aegypti

Ovo:

A fêmea do Aedes Aegypti põe seus ovos na água parada ou na borda de um local que possa eventualmente ficar molhado. Elas preferem depositar seus ovos dentro de recipientes que possam acumular água, mas um pouco acima da linha d'água como na borda de baldes, bacias, latas de lixo, piscinas que não são tratadas com cloro, caixa de água aberta, bromélias e vasos de plantas.

É nesta fase que o mosquito é mais resistente e a única forma de eliminar é lavando o local com água e sabão, usando uma buchinha para esfregar o local. Para garantir que o ovo é destruído você pode adicionar um pouco de cloro na água enquanto limpa

Larva:

Ao entrar em contato com a água o ovo se transforma em larva, em apenas 2 ou 3 dias e estas larvas são bastante ativas e movem-se na água, sendo facilmente reconhecidas. Embora o mosquito prefira a água limpa para se reproduzir, ele pode se desenvolver até mesmo na água suja e no esgoto doméstico e se alimenta de protozoários, bactérias e fungos presentes nesta água.

Durante esta fase a larva compreende 4 estágios de seu desenvolvimento, onde vai aumentando o seu tamanho.

Ciclo-De-Vida-Da-Larva-Aedes-Aegypti

Pupa: 

Em cerca de 7 a 10 dias a larva se transforma em pupa  este estágio é mais curto e dura somente 2 dias,  até que o mosquito esteja pronto para 'nascer'. Elas não se alimentam nessa fase, apenas respiram e movem-se muito.

Mosquito Adulto:

A pupa sai do 'casulo' na forma de mosquito e está pronta para voar, se alimentar e se reproduzir novamente.

Diferenças :

Estas espécies possuem hábitos um pouco diferentes.

O Aedes aegypti vive principalmente o interior das residências e dos imóveis, próximo ao ser humano.

O Aedes albopictus vive em ambientes com vegetação, tais como praças, parques e matas. 

Não se ouve muito o nome Aedes Albopictus pelo fato dele só permanecer em ambientes com vegetação.

Ja o Aedes Egypti permanece mais próximo aos seres humanos, e também é responsável pela maior parte dos casos de transmissão das doenças.

Entretanto, sabe-se que o Aedes albopictus também é competente para realizar a transmissão das doenças, sendo assim, de suma importância do monitoramento de ambas as espécies.

AEDES-EGYPTI AEDES-ALBOPICTUS

 SAIBA MAIS SOBRE AS DOENÇAS ---->

As espécies de aranhas que acabam se aproximando do ambiente urbano o fazem geralmente quando seus habitats naturais são destruídos pelo próprio homem, o que acontece, por exemplo, quando são desmatadas áreas para construções, de forma que o homem é quem se aproxima da casa desses animais, favorecendo o contato que pode resultar nos acidentes.

Existem cerca de 35 mil espécies de aranhas, e a grande maioria delas não causa grandes problemas ao ser humano. Quando muito, uma irritação no local do ataque.

Mesmo assim, a cada ano, cerca de 8 mil pessoas são picadas por aranhas no Brasil, onde existem pelo menos três espécies perigosas: a viúva negra, a armadeira e a marrom.

Geralmente os inseticidas comuns não são eficientes para fazer a dedetização de aranhas. Por isso, o melhor é chamar uma empresa especializada no caso de infestação. Somente empresas que possuam licença da Vigilância Sanitária devem realizar o serviço, pois a aplicação de qualquer veneno sem técnica e equipamentos de segurança adequados pode causar intoxicação no processo de dedetização de aranhas.

A melhor época do ano para a dedetização de aranhas é a anterior à primavera, pois é quando estão em fase de procriação.

Sobre as Baratas

Barata Americana ou de Esgoto

Apresenta coloração marrom, e em sua forma jovem possui um tom de marrom pálido. Praga peridomiciliar, também pode ser encontrada dentro de residências, cozinhas, banheiros e rede de esgoto. Das 4 mil espécies de baratas que existem no mundo, apenas algumas infestam casas e pontos comerciais. Essas espécies incluem:

Blatella germanica, a barata alemã;
Periplaneta americana, a barata norte-americana ou barata de esgoto;
Supella longipalpa, a barata de listras marrom;
Blatta orientalis, a barata oriental.
Na verdade, em muitas partes do mundo apenas uma espécie – a barata alemã – é responsável pela maioria das infestações. Infelizmente, as pessoas têm uma boa parte da culpa por essa prevalência mundial. A maioria das baratas se espalhou pelo planeta pegando carona em barcos, aviões, caminhões, até mesmo em caixas de mudança e sacolas de supermercado.

Origem da Barata

O registro fóssil mais antigo de uma barata é datado do período Siluriano, há aproximadamente 400 milhões de anos. Comparando as baratas de hoje com as do passado, elas mudaram muito pouco, permanecendo como insetos não especializados. As mudanças ocorreram: na genitália da fêmea, com a redução do ovipositor, não sendo mais visível externamente; nos ovos, que passaram a ser colocados no interior de uma ooteca em vez de individualmente (em torno de 60 milhões de anos atrás), evitando a dessecação; e nas asas, que deixaram de ter como função principal o vôo e passaram a proteger o abdome ou até foram extintas em alguns casos.

Caracteristicas Morfológicas

O tamanho das baratas varia entre 3 mm a 10 cm de comprimento dependendo da espécie. Apresentam um corpo oval, achatado dorso-ventralmente, e em geral com uma coloração escura. A cabeça é curta, subtriangular, do tipo opistognata, com peças bucais mastigadoras, antenas longas e filiformes, geralmente dois ocelos, e os olhos compostos estão presentes na maioria das espécies, com exceção das espécies cavernícolas. O tórax possui três pares de pernas do tipo ambulatoriais, e quando presentes, dois pares de asas, Em geral nas espécies sem asas, as fêmeas é que são ápteras. O abdome geralmente apresenta 10 segmentos, contendo os principais órgãos vitais, sendo que há um par de cercos para ambos os sexos, com a função olfativa. Além disso, os machos são menores do que as fêmeas.

Habitat e Hábitos

Gostam de lugares quentes e úmidos, sendo encontradas na: serrapilheira, sob pedras, cascas de árvores, ninhos de himenópteros e isópteros, no interior das edificações humanas (principalmente na cozinha), e na rede de esgoto. Há algumas espécies semi-aquáticas e aquáticas (Epilampra – Blaberidae), e outras que vivem em desertos e cavernas.

A maioria das espécies é solitária, com algumas espécies apresentando hábito gregário (exemplificadas pelas espécies domésticas), sendo Cryptocercus punctulatus considerada como uma espécie subsocial, que vive em árvores e como os cupins possui simbiontes intestinais. Em geral apresentam hábito noturno (principalmente as de ambiente urbano), sendo que neste período procuram por alimento e parceiros(as) para o acasalamento, e realizam oviposição e dispersão. Durante o período diurno permanecem escondidas. Quando as baratas urbanas aparecem durante o período diurno, está ocorrendo: uma alta densidade populacional (para cada barata encontrada, podem haver 1.000 escondidas) e/ou a falta de alimento e água. As espécies diurnas são freqüentemente coloridas e arborícolas. As baratas gastam 75% de seu tempo descansando, no qual assumem uma posição característica: antenas voltadas para frente com um ângulo entre elas de 60º e as pernas mantém o corpo rente à superfície.

Alimentação

Muitas espécies silvestres participam da cadeia alimentar como saprófagos, por se alimentarem de material animal e vegetal morto, carnívoros e herbívoros. As espécies do gênero Panesthia (Blaberidae) e Cryptocercus (Cryptocercidae) possuem bactérias e protozoários em seu tubo digestivo, que auxiliam na digestão da celulose. Mas a maioria das espécies é onívora, como por exemplo, as espécies existentes em ambientes urbanos. As baratas urbanas são capazes de viver três dias sem água e dois meses sem comida.

Reprodução

Em geral, o acasalamento entre as baratas se inicia com os machos sendo atraídos por feromônios sexuais emitidos pelas fêmeas. Quando há o encontro, o casal inicia um contato físico por meio de uma intensa antenação. O macho eleva as asas, expondo uma glândula localizada na superfície dorsal do abdome, que secreta uma substância da qual a fêmea se alimenta. Enquanto a fêmea sobe no macho para se alimentar da substância, por baixo o macho tenta introduzir a sua genitália na da fêmea, para iniciar a cópula. Quando ambos estão ligados pelas genitálias, o macho vira-se 180º. A cópula pode durar uma hora ou mais, e durante este processo o macho transfere o espermatóforo para a fêmea. Os espermatozóides são armazenados na espermateca, ficando ativos por um longo período. Não apenas estímulos químicos estão envolvidos no acasalamento, mas também sonoros como na espécie Nauphoeta cinerea, cujos machos estridulam durante o ato, emitindo sons de 60dB. Os machos e as fêmeas podem copular uma ou mais vezes.

Nas baratas podem ser encontrados três tipos de oviposição: Oviparidade (o mais comum entre os insetos, com a formação de ovos que se desenvolverão externamente à fêmea, contidos ou não na ooteca), Ovovivipariedade (os ovos ou ooteca permanecem dentro da fêmea) e Viviparidade (a ooteca permanece dentro da fêmea, sendo a sua formação incompleta, permitindo a troca de nutrientes com a fêmea durante o desenvolvimento embrionário).

Desenvolvimento

Este grupo de insetos apresenta metamorfose incompleta, do tipo paurometabólica (os imaturos e adultos vivem no mesmo habitat), passando pelos estágios de ovo, ninfa (correspondente à fase larval) e adulto, com a ausência do estágio imóvel (pupa).


Na maioria das espécies, os ovos estão contidos em um estojo denominado de ooteca. Esta estrutura, dependendo da espécie, pode variar quanto à forma, tamanho e número de ovos (de 4 a 50 ovos). E se elas antes de depositarem a ooteca em um local, podem carregá-la durante algumas horas ou dias, durante toda a fase embrionária, podendo com as mandíbulas auxiliar as ninfas a emergirem dos ovos. A ooteca é depositada geralmente em locais abrigados, como fendas nas paredes das casas, sob pedras e na vegetação, muitas vezes sendo recobertas com detritos, para manter a umidade e evitar possíveis predadores. A duração do estágio de ovo varia dependendo da espécie e da temperatura. Por exemplo, a duração desta fase na barata americana a 29°C é de aproximadamente 5 semanas. Em algumas espécies de baratas ocorre a partenogênese (do tipo telétoca, com a formação de apenas fêmeas), com os óvulos desenvolvendo-se sem serem fertilizados pelo espermatozóide, como por exemplo, na espécie Pycnoscelus surinamensis.

A duração e o número de instares variam também quanto à espécie, sexo e condições ambientais; condições desfavoráveis ocasionam um maior número de instares. Para a barata americana, a duração do estágio ninfal a 29°C é de aproximadamente 8 meses, apresentando entre 11 e 12 instares. A diferença entre as ninfas e os adultos reside basicamente nas asas, ausente nas ninfas, e por estas se desenvolverem externamente nos últimos instares (como brotos alares); e na maturação dos órgãos sexuais, não desenvolvidos nas ninfas.

Inimigos Naturais

Existem muitos inimigos naturais (predadores e parasitas) que atacam as baratas, como por exemplo, bactérias, vermes, fungos, protozoários, artrópodes (ácaros, aranhas, besouros, escorpiões, hemípteros e himenópteros) e vertebrados. Dentre os himenópteros, seis famílias se desenvolvem em ovos (exemplo: Evaniidae, Encyrtidae, Chalcididae e Eulophidae), e na família Sphecidae, principalmente as ninfas de baratas são paralisadas e colocadas no ninho destas vespas para servirem como alimento para as larvas.

Importância

As baratas podem ocasionar os seguintes problemas: atuar como vetores mecânicos (vírus, fungos, bactérias e protozoários) e biológicos (ser hospedeiro intermediário de vermes); reações alérgicas (contato com as fezes e exúvias); inutilizar alimentos (deixam odor repugnante); roer/sujar roupas e livros; ser uma praga agrícola de relativa importância (roer raízes e atacar produtos armazenados); e psicológicos, por causarem sensação de asco e medo.

Apesar deste lado negativo, as baratas para muitos povos, atualmente e no passado, têm um lugar de destaque no folclore, encontrado em relatos de modinhas, superstições, jogos infantis, medicina popular, provérbios, adivinhações, ditados e na alimentação. Na medicina popular existem vários relatos de algumas espécies, principalmente a Blatta orientalis, de serem usadas para curarem diversas doenças, como por exemplo: alcoolismo, asma, bronquite, cólicas intestinais, dores de cabeça e ouvido, furúnculos, gripe, entre outras. Alguns pesquisadores, em sua maioria russos e alemães, nos séculos XIX e XX (na primeira metade) fizeram vários estudos para comprovar o efeito terapêutico das baratas, e em muitos casos comprovavam. Na alimentação humana, para muitos povos orientais, as baratas fazem parte de sua dieta, sendo comidas cruas ou cozidas. No Brasil, os índios Chocleng (Santa Catarina) apreciavam as baratas.

Além disso, as baratas são utilizadas como material didático em aulas de entomologia (anatomia), manutenção de criações de outros insectos, e como iscas para pescadores. Em ecossistemas naturais, algumas espécies são importantes como fonte de alimento de diversas animais e também por atuarem na reciclagem dos nutrientes (saprófagos).

As Espécies consideradas como Pragas

Das cerca de 4.000 espécies descritas, menos de 1% são consideradas como pragas urbanas. A seguir uma breve descrição de algumas destas espécies.

Blatella germanica (Barata alemã): cosmopolita (temperatura preferida: 30°C); tamanho: 10–15 mm de comprimento; originária da região oriental da África; principalmente uma praga domiciliar, mas que em noites quentes pode ir para o peridomicílio; comum em cozinhas e restaurantes; é a praga mais importante dentre as baratas, devido ao alto potencial reprodutivo (sendo que a resistência a determinado inseticida se prolifera rapidamente), pela fêmea carregar a ooteca durante quase todo o período de incubação dos ovos (depositando-a em local favorável para o desenvolvimento ninfal) e pelo tamanho diminuto podendo se esconder em locais inacessíveis à ação dos inseticidas; Período de incubação dos ovos: aproximadamente 17 dias; Período de desenvolvimento das ninfas: 38-40 dias com 5 a 6 mudas (machos) e 40-60 dias com 6 a 7 mudas (fêmeas); Longevidade dos adultos: 4 meses (machos) e 6 meses (fêmeas); as fêmeas produzem de 4 a 8 ootecas, com cada ooteca apresentando de 30 a 40 ovos.

Blatta orientalis (Barata oriental): regiões de clima temperado (temperatura preferida: 20-25°C); tamanho: aproximadamente 25 mm de comprimento; originária da região norte da África; praga domiciliar e peridomiciliar; comum em porões, adegas, banheiros...; Fêmea carrega a ooteca por um ou dois dias, e deposita em locais protegidos (pode cobrir ooteca com material); há partenogênese; Período de incubação dos ovos: aproximadamente 40-80 dias; período de desenvolvimento das ninfas: 180 dias com 7 a 8 mudas (machos) e 300 dias com 9 a 10 mudas (fêmeas); Longevidade dos adultos: 60 a 250 dias; as fêmeas produzem de 5 a 10 ootecas, cada ooteca apresentando aproximadamente 16 ovos.

Periplaneta americana (Barata americana): cosmopolita (temperatura preferida: 30-33°C); tamanho: 28–44 mm de comprimento; originária da região tropical da África; principalmente uma praga peridomiciliar, mas durante o forrageamento pode entrar no domicílio; Comum em áreas de manipulação de alimentos (cozinhas) e rede de esgoto; Fêmea carrega a ooteca por 24 horas, e deposita em locais protegidos; há partenogênese; Período de incubação dos ovos: aproximadamente 25-40 dias; Período de desenvolvimento das ninfas: 130-150 dias com 9 a 13 mudas (machos e fêmeas); Longevidade dos adultos: 250-350 dias, sendo menor para os machos; as fêmeas produzem aproximadamente 30 ootecas, com cada ooteca apresentando entre 14-16 ovos.

Supella longipalpa (Barata de faixa marrom): cosmopolita (temperatura preferida: 26-30°C); tamanho: 13–14 mm de comprimento; originária da África; uma praga tanto domiciliar (presente em todos os cômodos) como peridomiciliar; Fêmea carrega a ooteca por 24 horas, e deposita em locais protegidos; período de incubação dos ovos: aproximadamente 40 dias; Período de desenvolvimento das ninfas: 50-60 dias (machos e fêmeas); Longevidade dos adultos: 115 dias (machos) e 90 dias (fêmeas); as fêmeas produzem aproximadamente 5-18 ootecas, com cada ooteca apresentando 16 ovos.

Carrapatos

Aparência 

Os carrapatos variam de cor por espécie. 

Os carrapatos adultos podem ser menores que uma semente de girassol (com mais de 1 cm de comprimento, se ingurgitada com sangue), enquanto as larvas de carrapato podem ser menores que 1 mm. 

Carrapatos de problema comuns incluem o carrapato de cachorro americano, veado ou carrapato de perna preta e carrapato solitário de estrela. 

Onde podem ser encontrados

Muitas vezes encontrado perto de áreas arborizadas e altamente vegetadas.

Algumas espécies requerem umidade para sobreviver. As fêmeas e machos da maioria das espécies se alimentam de sangue de mamíferos, aves e répteis.

Cada espécie de carrapato tem um hospedeiro preferido, embora a maioria dos carrapatos se alimente de qualquer sangue que esteja disponível para eles.

Assim, os carrapatos são conhecidos por morder gado, veados, humanos, cães e gatos.

Como se reproduzem

Existem quatro estágios no ciclo de vida de um carrapato - ovo, larva, ninfa e adulto.

Os carrapatos têm apenas seis patas durante o estágio larval e oito patas durante os estágios ninfal e adulto.

Eles consomem refeições de sangue durante todos os estágios. Patógenos, ou organismos que causam doenças nos animais que infectam, podem ser transmitidos através dos estágios do ciclo de vida de um carrapato.

Carrapatos dentro de casa 

Carrapatos em casa

Carrapatos podem entrar em casa por carona dentro de animais de estimação, pessoas ou nossas roupas.

Portanto, é sempre uma boa ideia inspecionar animais de estimação e nossos filhos para garantir que não haja carrapatos e para lavar qualquer roupa que possa conter carrapatos. Carrapatos podem se tornar um problema se houver hospedeiros de carrapatos adequados vivendo no espaço de rastreamento ou no sótão.

Outros animais podem trazer carrapatos para dentro de seus ninhos, tocas, abrigos ou outros espaços vivos. Uma vez dentro, a maioria das espécies de carrapatos não sobrevive bem a menos que encontrem outro hospedeiro.

A exceção a essa generalização é o carrapato marrom, uma espécie que sobrevive e se reproduz bastante bem por dentro e carrapatos moles.

Carrapatos moles na família Argasidae é um grupo de carrapatos que às vezes invadem estruturas em busca de um hospedeiro. Esses carrapatos não representam uma grande ameaça para as casas bem construídas com medidas excludentes efetivamente construídas e mantidas, a menos que haja uma toca ou um ninho de hospedeiro dentro da estrutura.

No entanto, em cabanas rústicas ou em casas antigas, mal construídas e mantidas com múltiplas fontes de entrada, esses carrapatos podem tentar se alimentar de humanos antes de voltar para seus locais protegidos dentro de rachaduras, fendas ou ninhos ou tocas.

 

Sobre os Cupins

Os cupins não saem ao ar que os tornam difíceis de detectar.

Muitas vezes, eles são chamados de "destruidor silencioso" porque podem estar secretamente escondidos e  prosperando em sua casa ou quintal sem sinais imediatos de danos. Mesmo quando são visíveis dentro da casa como insetos voadores, os cupins podem ser confundidos com formigas.

Os cupins alimentam-se principalmente de celulose, uma parte da madeira, mas também danificam papel, livros, isolamento e até mesmo revestimentos de piscinas e sistemas de filtração. Todas os cupins se alimentam de detritos (plantas e árvores mortas, bem como partes mortas de árvores vivas, incluindo madeira).

Infelizmente, todas as casas, independentemente do tipo de construção, pode fornecer alimentos para celulose o que muitas vezes causaria uma grande infestação de cupins.

Os cupins geralmente enxameiam na primavera e no final do verão.

A maioria das espécies de cupins vive nas regiões tropicais e subtropicais, com poucas se estendendo até latitudes mais elevadas, raramente além de 40º norte ou sul.

Mais espécies de cupins podem ser encontradas em um único hectare de floresta ou savana tropicais do que em toda a América do Norte e Europa juntas. Cupins podem chegar facilmente ao 9º andar de um prédio.

É importante obter uma inspeção anual de cupins para evitar danos dispendiosos.

Ciclos-Do-Cupim-na-zona-sul-zona-norte-zona-leste-zona-oeste-no-centro-em-sao-paulo-na-grande-sao-paulo-sp

O cupim (no Brasil), térmite ou térmita (em Portugal), muchém (em Moçambique) ou salalé (em Angola), ou ainda, formiga-branca, é um inseto eusocial da ordem Isoptera, que contém cerca de 2.800 espécies catalogadas no mundo.

Esses insetos são mais conhecidos por sua importância econômica como pragas de madeira e de outros materiais celulósicos, ou ainda pragas agrícolas. Entretanto, apenas cerca de 10% das espécies conhecidas de cupins estão registradas como tal.

Em número de espécies, a ordem Isoptera deve ser considerada intermediária entre os insetos, já em termos de biomassa é abundate.

Os cupins apresentam enorme significância e podem ser comparados às formigas, minhocas, mamíferos herbívoros das savanas africanas ou seres humanos, por exemplo, e estão entre os mais abundantes invertebrados de solo de ecossistemas tropicais.

Este grande número de cupins nos ecossistemas, aliada à existência de diferentes simbiontes, confere a estes insetos a possibilidade de desempenhar papéis como o de "super decompositores" e auxiliares no balanço Carbono-Nitrogênio 

 Saiba Mais Sobre eles ---->

Tipos de Cupins

 Cupim de Solo ou Subterrâneo

Cupim De Solo 

(Coptotermes gestroi) Também se alimenta de madeira seca, mas procura sua fonte de alimentação (celulose) através de túneis formados por terra e por suas próprias fezes. Invadem construções através de suas colunas onde sobem por suas micro rachaduras, saliências entre canos, conduítes elétricos e telefônicos e fundações. Constroem seus ninhos em qualquer local: sob um tronco de árvore, sótão, jardins, cobertura de prédios, teto falso ou uma laje invertida.

Além de árvores que são atacadas e necessitam serem derrubadas, estes insetos instalam-se onde houver madeira, sua principal fonte de alimentação. Também são vorazes com livros, quadros, obras de arte em geral, papelão, e tudo que for de origem celulósica através de suas micro rachaduras, tijolos e conduítes elétricos.

A multiplicação e infestação destes insetos, estão diretamente relacionadas com a disponibilidade de alimento e com a falta de predador, pois com o crescimento dos grandes centros urbanos, ocorreu um acúmulo de restos de madeira e uma diminuição da população de pássaros, causando um grande desequilíbrio ecológico. O objetivo da descupinização a princípio é a imunização ou prevenção dos locais atacados com calda inseticida de efeito residual e choque, de forma que este trabalho para ser executado depende da identificação do inseto, focos ou peças atacadas.

O cupim é da Família TERMITIDAE, subfamília NASUTITERMES e do Gênero NASUTITERMES sp. São insetos sociais que constroem seus ninhos em postes, cercas, muros, árvores e atacam madeiras presas à alvenaria ou que mantenham contato direto com o solo. Nas edificações, podem construir túneis ou galerias em componentes, como: telhados, paredes, colunas, etc., e alcançam madeiras situadas em pontos isolados do ninho.

Cupim de Madeira Seca

Cupim de madeira seca

Por gostar de celulose com menos de 30% de umidade ele ataca desde estruturas de telhados até os móveis. Tendo em média de 400 a 500 indivíduos, a colônia se desenvolve dentro da peça atacada, comendo a madeira e abrindo galerias.

Os cupins de madeira seca são um grupo de cupins que constroem seus ninhos dentro de madeira sem umidade eles pertencem à família Kalotermitidae abrangendo vários gêneros, e são considerados cupins primitivos.

Os cupins de madeira seca também podem ser chamados de cupins de pó ou de móveis devido a serem encontrados em móveis comumente infestantes.

Brocas de Madeira (COLEOPTEROS XILÓGRAFOS)

Brocas-De-Madeira-na-zona-sul-zona-norte-zona-leste-zona-oeste-no-centro-em-sao-paulo-na-grande-sao-paulo-sp

Se você encontrar um pó fino semelhante a talco, ou uma serragem pequena trata-se de um ataque de broca de madeira.

As brocas de madeira são besouros, cujos ovos são depositados em peças e estruturas de madeira como, bambu, cana da índia, etc. Ao eclodirem as larvas, estas iniciam sua alimentação realizando galerias na peça de madeira infestada, e expelindo um pó fino originado desta atividade.

Quando cessa o aparecimento do pó, a larva completou seu ciclo de desenvolvimento e se prepara para encubar. Após algumas semanas ou meses (dependendo da espécie), emerge o adulto e o ciclo da vida continua.

Taxonomia 

Taxonomia-Dos-Cupins -na-zona-sul-zona-norte-zona-leste-zona-oeste-no-centro-em-sao-paulo-na-grande-sao-paulo-sp

Reino: Animália

Definidos como "organismos multicelulares que têm uma forma bem definida e, geralmente, crescimento limitado, podem se mover voluntariamente, adquirir alimentos e digerir internamente e ter sistemas sensoriais e nervosos que lhes permitam responder rapidamente aos estímulos".

Filo: Artrópode

Artrópodes têm esqueletos externos, corpos segmentados e apêndices articulados. Também incluem aracnídeos e crustáceos.

Classe: Inseto

Insetos têm três partes de corpos, três pares de pernas e duas antenas.

Ordem: Isóptera

Significado "asa igual" porque as asas dianteira e traseira dos aleatórios reprodutivos são do mesmo comprimento.

Família:

Existem sete famílias de cupins em todo o mundo. Destes sete, apenas dois são encontrados em Louisiana.

Rhinotermitedae – Cupins subterrâneos. Inclui dois gêneros abrangendo cinco espécies encontradas em Louisiana.

Coptotermes formosanus = Cupins subterrâneos Formosa invasiva.

Reticulitermes flavipes = térmitas subterrâneas orientais. Cupim subterrâneo "nativo" mais comum.

Reticulitermes virginicus = Cupim subterrâneo do sul escuro. Cupim subterrâneo "nativo" comum.

Reticulitermes hageni = Cupim leve subterrâneo do sul. Cupim subterrâneo "nativo" pouco comum.

Reticulitermes tibialis = Cupim subterrâneos do meio-oeste. Comum em todo o meio-oeste dos Estados Unidos, só foi encontrado no sudoeste da Louisiana.

Kalotermitedae – Cupim de madeira seca. Inclui três gêneros abrangendo quatro espécies encontradas na Louisiana.

Colônia

Colônia-Dos-Cupins -na-zona-sul-zona-norte-zona-leste-zona-oeste-no-centro-em-sao-paulo-na-grande-sao-paulo-sp

Todos os cupins são eussociais, possuindo castas estéreis (soldados e operários). Uma colônia típica é constituída de um casal reprodutor, rei e rainha, que se ocupa apenas de produzir ovos; de inúmeros operários, que executam todo o trabalho e alimentam as outras castas; e de soldados, que são responsáveis pela defesa da colônia.

Existem também reprodutores secundários (neotênicos, formados a partir de ninfas, cujos órgãos sexuais amadurecem sem que o desenvolvimento geral se complete), que podem substituir rei e rainha quando esses morrem, e às vezes vivem em grande número em uma mesma colônia. Os membros da família Kalotermitidae não possuem operários verdadeiros, mas esse papel é desempenhado por ninfas (pseudo-operários ou "pseudergates") que retêm a capacidade de se transformar em alados ou soldados.

Existem também cupins desprovidos de soldados, como é o caso de todos os representantes neotropicais da subfamília Apicotermitinae. Alguns cupins possuem dois ou três tipos de soldados, sempre de tamanhos diferentes, e às vezes morfologicamente tão distintos que poderiam passar por espécies diferentes.

A dispersão e fundação de novas colônias geralmente ocorrem em um determinado período do ano, coincidindo com o início da estação chuvosa. Nessa época ocorrem as revoadas de alados (chamados popularmente de siriris ou aleluias), dos quais alguns poucos conseguem se acasalar e fundar uma nova colônia.

Diferenças entre Pombo e Pomba

As pombas e os pombos são bem conhecidos e têm grandes populações em muitas partes do mundo.

No entanto, apesar de quão comuns são, há muitos equívocos sobre eles.

Esses animais pertencem a uma família de pássaros conhecidos como Columbidae. Está família de aves compõe 310 espécies conhecidas.

Pode-se supor que os pombos compõem algumas dessas espécies, e as pombas compõem o resto. Porém, no entanto seria um erro.

Embora existam muitas espécies dentro da família Columbidae, a verdade do assunto é que "pomba" e "pombo" são ambos, nomes intercambiáveis ??que podem ser aplicados a qualquer uma das espécies de Columbidae.

Não há diferenças oficiais entre os dois.           

Isso pode fazer com que alguém se pergunte por que ambos os termos existem e por que as pessoas tentam encontrar alguma distinção entre os dois.

Os dois termos surgiram por causa de quão comuns e amplos são esses pássaros. Diferentes partes do mundo apresentaram nomes diferentes para esses animais.

Na Alemanha, o pássaro tornou-se conhecido como a "pomba", enquanto na França foi nomeado o "pombo".

Dos muitos nomes deste animal foi dado; estes foram os dois que ficaram presos.

Embora não haja separação científica entre os dois, algumas partes do mundo apresentaram suas próprias distinções falsas entre as quais Columbidae são pombos e quais são pombas.

Para alguns, "pombos" são os Columbidae que vivem em pestes, que vivem dentro das cidades, enquanto as Pombas são primos selvagens desses pássaros que vivem nas florestas.

Outros dizem que os pombos são os Columbidae maiores enquanto atribuem as espécies menores como pombas.

Como mencionado anteriormente, nenhuma dessas distinções é cientificamente reconhecida.

FORMIGAS

As maiores responsáveis por infecções hospitalares são as formigas.

Se na sua casa houver a presença diária, ou quase diária, de formigas, é porque ali existe uma grande infestação. Não é normal, nem bom, ver formigas transitando pelas paredes ou no chão da casa sempre. Isso significa presença de colônias que podem ter dezenas de milhares de indivíduos.

FORMIGAS DOCEIRAS OU (FANTASMA)
Dentre as várias espécies encontradas no ambiente urbano, destacam-se as do gênero Monomorium spp e a espécie Tapinoma melanocephalum ("formiga fantasma"). São insetos pequenos, variando em torno de 1,3 a 1,5 mm de comprimento. Colorações variadas do castanho avermelhado ao amarelo claro. São insetos onívoros que alimentam-se de substratos açucarados, insetos mortos e alimentos protéicos.

FORMIGA CARPINTEIRA – CAMPONOTUS SPP
Importância: Podem ocasionar danos mecânicos e curto-circuitos em equipamentos eletrônicos. Podem veicular bactérias e fungos patogênicos ao homem, quando presentes em hospitais e áreas de alimentação, causando incômodo por infestarem alimentos. Infestam madeiramentos internos e árvores. A maioria das espécies são agressivas quando molestadas, mordendo e expelindo ácido fórmico ativamente.

FORMIGA LAVAPÉS – SOLENOPSIS SAEVISSIMA

Importância: Atacam canteiros de mudas alimentando-se de plântulas e canteiros de minhocas, picam dolorosamente injetando veneno que causa alergia localizada, com casos de choque anafilático em pessoas mais sensíveis. Infestam equipamentos eletrônicos ocasionando danos mecânicos e curto-circuitos.

CORTADEIRA
Formigas não apreciam apenas o açúcar e seus derivados. Elas também são atraídas por restos de comida, grãos de cereais, pedaços de pão, resíduos de pasta de dente, água etc. Por isso, mantenha sua cozinha sempre limpa para evitar o trânsito desses perigosos insetos.

Sobre

Mais de 1.000 espécies diferentes de morcegos vivem em todo o mundo. Eles têm uma má reputação e são frequentemente vistos como ratos voadores.

Embora os morcegos sejam capazes de espalhar doenças, como os ratos, sua existência é benéfica para os seres humanos e para o meio ambiente de uma maneira que os ratos não são.

Enquanto algumas espécies de morcegos se alimentam de néctar, outros pequenos mamíferos, peixes ou, como os notórios morcegos vampiros da América do Sul, sangue, a grande maioria das espécies de morcegos são insetívoros e mantêm uma dieta de insetos noturnos como mosquitos, besouros e traças. Como estes insetos são frequentemente pragas, as populações controladas de morcegos em redor de casas podem ser consideradas favoráveis.

 Aparência

Os morcegos têm corpos peludos que variam em cor para incluir tons de marrom, vermelho, marrom e cinza. Para compensar a falta de visão, os morcegos normalmente têm orelhas grandes projetadas para a eco localização. Como os únicos mamíferos capazes de voar, eles são muito leves e têm asas. A estrutura óssea da asa se assemelha à de uma mão humana, pois há retalhos de pele entre os ossos.

Em seu menor tamanho, os morcegos crescem entre 2,5 a 3,5 polegadas (6 a 9 cm) de comprimento e têm uma envergadura de cerca de 8 polegadas (20 cm). As espécies maiores variam de 7 a 8 polegadas (18 a 20 cm) de comprimento e têm uma envergadura entre 21 e 23 polegadas (53 e 58 cm).

Habitat

Altamente adaptáveis, os morcegos abrigam poleiros em uma variedade de ambientes, como desertos, bosques, subúrbios e áreas urbanas.

Eles são encontrados em todo o mundo e apenas evitam zonas climáticas extremas como as regiões polares ou especialmente os desertos severos.

Enquanto os morcegos preferem temperaturas mais quentes, eles sobrevivem em ambientes temperados hibernando nos meses de inverno.

Os morcegos usarão celeiros, sótãos, cavernas, cavidades de árvores e as partes inferiores de pontes para pousar e / ou hibernar.

 

Sobre os Pombos

Os pombos são grandes pássaros com cabeças pequenas e pernas curtas.Pombos-na-zona-sul-zona-norte-zona-leste-zona-oeste-no-centro-em-sao-paulo-na-grande-sao-paulo-sp

Eles têm cabeças escuras, azul-cinza com marcas brilhantes de amarelo, esverdeado e roxo avermelhado ao longo do pescoço e as penas das asas e uma nota de rosa acinzentado.

Duas bandas escuras são geralmente vistas nas asas e há uma única faixa escura na cauda. 

No entanto, há uma grande variação de cores com este pássaro.

Por exemplo, os rebanhos podem ser misturados com pássaros com padrões lisos, pálidos, manchados ou vermelhos enferrujados.

Os pombos andam ou correm com as cabeças balançando para frente e para trás.

Eles se alimentam de manhã e no início da tarde e retornam aos seus ninhos ou outras áreas protegidas para cobrir a noite.

Os pombos reutilizam os mesmos ninhos, e eles não se importam muito com a limpeza do ninho.

Alimentação

Os pombos consomem frutas, sementes, pipoca, pão, bolo, amendoim e quase qualquer lixo alimentar deixado pelas pessoas.Mulher-Dando-Comida-Para-Os-Pombos-na-zona-sul-zona-norte-zona-leste-zona-oeste-no-centro-em-sao-paulo-na-grande-sao-paulo-sp

Os pombos geralmente se reúnem em bandos para se alimentar. Quando assustados o rebanho pode de repente voar para o ar e circular várias vezes antes de voltar para continuar a alimentação.

Os pombos exigem muito mais água do que a maioria das aves, especialmente durante a época de reprodução

 

Reprodução

Uma vez que os pombos colocaram seus ovos fertilizados, eles terão que aguardar cerca de 19 dias para que os ovos teclem. Geralmente, colocam dois ovos por sessão de reprodução e aguardam cerca de 30 dias entre ninhadas. Um pombo recém-incubado terá que esperar cerca de 30 a 37 dias antes de poder deixar o ninho e se tornar independente. Durante o período de incubação, o macho e a fêmea compartilham o papel dos pais por igual. Pombos-Se-Reproduzindo-na-zona-sul-zona-norte-zona-leste-zona-oeste-no-centro-em-sao-paulo-na-grande-sao-paulo-spEles trabalham juntos para manter os ovos quentes. As fêmeas geralmente sentarão os ovos durante as horas diurnas e os machos geralmente se sentarão nos ovos durante as horas noturnas. 

Enquanto muitas aves frequentemente mudam de parceiros ou escolhem novos parceiros ao longo de suas vidas, os pombos escolherão um parceiro pelo resto da vida. Eles só mudarão de parceiros quando um dos dois se perder ou morrer e frequentemente espera uma temporada de reprodução para o parceiro perdido antes de escolher um novo parceiro. Os pombos são um tipo de pássaro familiar e permanecem dedicados a toda a família de aves, não apenas ao seu parceiro.

Doenças transmitidas por eles

Histoplasmose; Ornitose; Salmonelose; Dermatites; Sitacose; Criptococose; Toxoplasmose, e também podem transmitir: Piolhos, Ácaros e Pulgas.

As pulgas adultas são hematófagas obrigatórias, ou seja, alimentam-se exclusivamente do sangue retirado de seus hospedeiros, os quais são aves e mamíferos, incluindo os humanos. Devido a essa relação de prejuízo para o hospedeiro (que tem seu sangue sugado) e de vantagem para a pulga (que se alimenta do sangue do hospedeiro, prejudicando-o), este inseto é considerado um parasita, que, por viver na parte externa do corpo do hospedeiro, é chamado de parasita externo ou ectoparasito. Durante a fase larvária possuem hábitos de vida livre.

Algumas espécies apresentam um hospedeiro específico; outras, embora apresentem hospedeiros preferenciais, podem sugar outros animais, daí sua importância na transmissão de doenças.


AS ESPÉCIES MAIS IMPORTANTES DE PULGAS SÃO:

PULEX IRRITANS
É a que mais a ataca o homem, porém pode se alimentar também do sangue de outros hospedeiros.

XENOPSYLLA CHEOPIS
É a pulga dos ratos domésticos, principal transmissora da peste bubônica (também conhecida como "peste negra")

CTENOCEPHALIDES CANIS E CTENOCEPHALIDES FELIS
Parasitas preferenciais de cães e gatos

TUNGA PENETRANS
Conhecida popularmente como "bicho-de-pé. Porco, homem, cão e gato são seus principais hospedeiros. Em geral, penetra o pé do homem, causando coceira e podendo transmitir outras doenças, como tétano e micoses.

AS PULGAS PODEM VIVER EM DOIS AMBIENTES:

No hospedeiro (maioria das espécies), podendo ser encontradas em dois lugares:
Nos pêlos, alimentando-se intermitentemente: Xenopsylla spp., Ctenocephalides spp., Polygenis spp.
Na pele, onde penetram todo o corpo e alimentam-se permanentemente: Tunga sp.
Fora do hospedeiro (ninho), procurando-o apenas para hematofagia: Pulex irritans.
Podem causar doenças atuando como parasitas, transmissores (vetores) ou como hospedeiros intermediários. Observação: hospedeiro intermediário ocorre normalmente em doenças parasitárias, em que o parasita necessita passar por dois hospedeiros, um definitivo (onde ocorre a fase sexuada do ciclo evolutivo) e um intermediário (onde ocorre a fase assexuada do ciclo evolutivo).
PULGAS ATUANDO COMO PARASITAS

Causam espoliação sanguínea, por alimentarem-se do sangue do hospedeiro que, no caso, pode ser o homem. Existem várias espécies que continuam a exercer a hematofagia mesmo após repletas. Animais de pequeno porte ou crianças podem desenvolver anemia, no caso de parasitismo intenso.

Provocam irritação da pele devido à picada, podendo causar alergias e irritação da pele com prurido (coceira). Podem causar lesões na pele nos locais da picada, com possível veiculação de doenças oportunistas: tétano, gangrenas gasosas e micoses. Essas doenças serão melhores explicadas à diante.


PULGAS ATUANDO COMO TRANSMISSORAS OU VETORES

Transmitem para o homem riquetsioses (infestações responsáveis pelo tifo murino) e doenças bacterianas, como peste bubônica, tularemia e salmoneloses.

PULGAS ATUANDO COMO HOSPEDEIROS INTERMEDIÁRIOS

Atuam nos ciclos evolutivos de protozoários, cestódeos e nematódeos, sendo que desses, o que pode desenvolver doenças no homem é o cestódeo Hymenolepis nana, que causa a himenolepíase, doença que provoca alterações intestinais.

Sobre os Ratos

A característica principal dos (RATOS ) roedores é a presença dos dentes incisivos com crescimento contínuo, daí a necessidade de roer para gastar a dentição. Dessa forma, estragam muito mais alimentos do que realmente comem.

Nas áreas urbanas encontramos três espécies de RATOS: Rattus norvegicus, Rattus rattus e Mus musculus

RATTUS NORVEGIGUS (RATAZANA)

Nas grandes cidades perdem parcialmente algumas características de comportamento, como a neofobia (desconfiança a objetos e alimentos estranhos), pela próxima convivência com o homem e à dinâmica da cidade.

Na abundância de alimentos, como os provenientes do lixo orgânico inadequadamente disposto ou tratado, a proliferação desses roedores tem se acentuado. É, portanto, a espécie de roedor mais favorecida pelo ambiente urbano degradado por ocupações clandestinas, adensamento de locais carentes de infra-estrutura básica de habitação e saneamento, sendo responsável por surtos de leptospirose, mordeduras e agravos causados por alimentos contaminados por suas fezes e urina.

RATTUS RATTUS

RATO Conhecido como rato de telhado, rato de forro, rato de paiol ou rato preto, caracteriza-se por possuir grandes orelhas e cauda longa. Como o próprio nome já diz, costuma habitar locais altos como sótãos, forros e armazéns, descendo ao solo em busca do alimento e raramente escava tocas. Está presente e em dispersão na cidade de São Paulo.

Possui grandes habilidades, como caminhar sobre fios elétricos e subir em galhos de árvores, além de escalar superfícies verticais, adaptando-se perfeitamente à arquitetura urbana formada por grandes edifícios e casarões assobradados muitas vezes transformados em cortiços, locais onde encontra grande facilidade para se abrigar e obter alimentos, propiciando a expansão e dispersão da espécie.

MUS MUSCULUS


RATO popularmente chamado de camundongo, é o de menor tamanho entre as três espécies urbanas. De hábito preferencialmente intradomiciliar, costuma fazer seus ninhos dentro de armários, fogões e despensas.

Tem comportamento curioso, sendo de presa fácil nas ratoeiras. É facilmente transportado em caixas de alimentos e outros materiais, possibilitando sua fácil dispersão na área urbana.

Por sua característica morfológica e hábitos domiciliares, o camundongo não causa a mesma repulsa que os ratos maiores, sendo até tolerado, haja visto a grande quantidade de personagens infantis inspirados nesta espécie, como: Mickey Mouse, Jerry e outros famosos, apesar dos riscos que potencialmente pode trazer à saúde humana.

Sistema ataqterms resolve!

CICLO DE VIDA

A vida média da ratazana é de 2 anos, do rato de telhado 1 ano e meio e o camundongo vive cerca de 1 ano. A partir do 3º mês de vida já podem procriar, sendo que o tempo de gestação é, em média, de 19 a 22 dias e o número de filhotes por cria é de 5 a 12, na dependência da oferta de alimento e abrigo.


A infestação de ratos num local pode ser verificada através da observação dos seguintes sinais:

Fezes: sua presença é um dos melhores indicadores de infestação. As fezes podem levar à identificação da espécie presente;

Trilhas: sua aparência é de um caminho bem batido, com 5 a 8 cm de largura, sendo encontradas geralmente nas proximidades de muros, junto às paredes, atrás de materiais empilhados, sob tábuas e em áreas de gramados;

Manchas de gordura: deixadas em locais fechados, por onde passam constantemente como, por exemplo, nas paredes e vigas;

Roeduras: os ratos roem (mas não ingerem) principalmente materiais como madeira, cabos de fiação elétrica e embalagens de alimentos para gastar sua dentição e transpor barreiras para alcançar os alimentos;

HÁBITOS

São animais de hábitos noturnos por ser mais seguro saírem de seus abrigos à noite, à procura de alimento.

Possuem várias habilidades físicas, como nadar, subir em locais altos se houver base de apoio, saltar, equilibrar-se em fios, mergulhar, entre outras.

Encontram principalmente no lixo doméstico o seu alimento. Escolhem aqueles alimentos que estão em condições de serem ingeridos, pois, por meio do seu olfato e paladar apurados separam os alimentos de sua preferência. São considerados onívoros, isto é, alimentam-se de tudo o que serve de alimento ao homem.

Traças

Aparência

Asas : Traças normalmente têm dois pares de asas cobertas de escamas.

Olhos : Eles têm uma proboscídea enrolada e grandes olhos compostos.

Tamanho : mariposas variam drasticamente em aparência e tamanho, dependendo da espécie. Alguns são enormes e outros minúsculos.

Cor : Certas espécies de traças são brilhantes com cores metálicas, enquanto outras são pardacentas em marrom ou cinza.

A maioria das mariposas infestantes de interior tem menos de 2 cm de envergadura e muitas vezes tem tons de cinza ou marrom a marrom avermelhado.

Alimentação

Alimentação de traça são tão variados quanto sua aparência. Eles variam de polinizadores bonitos para alimentadores de sangue. Algumas mariposas são grandes pragas agrícolas, enquanto a maioria completa seu ciclo de vida sem impacto direto significativo sobre o homem.

Eles são muitas vezes a fonte de alimento para muitos animais, incluindo aves, mamíferos, répteis, anfíbios, insetos, aracnídeos e até mesmo algumas plantas. No interior, os proprietários provavelmente encontram traças que estão se alimentando de itens de despensa armazenados em tecidos.

Danos Causados

Apesar de serem mais famosos pela sua capacidade de arruinar a roupa de lã, as traças de tramas também são atraídas por uma variedade de outros materiais naturais, incluindo seda, cabelo, feltro, pelo e penas. Estas mariposas tendem a medir 2,5 a 5 cm de comprimento e são de cor amarela.

Larvas de mariposa de roupas são responsáveis ??pela destruição de roupas. Eles preferem tecidos à base de animais. Traças podem consumir blusas, casacos, cobertores, tapetes, objetos de decoração, edredons, travesseiros e brinquedos. Eles preferem não se alimentar de fibras sintéticas, mas consomem tecidos misturados e manchados.

Depoimentos

Enviar Um Depoimento